quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
The Impossible Dream
To dream the impossible dream
To fight the unbeatable foe
To bear with unbearable sorrow
To run where the brave dare not go
To right the unrightable wrong
To love pure and chaste from afar
To try when your arms are too weary
To reach the unreachable star
This is my quest
To follow that star
No matter how hopeless
No matter how far
To fight for the right
Without question or pause
To be willing to march into Hell
For a heavenly cause
And I know if I'll only be true
To this glorious quest
That my heart will lie peaceful and calm
When I'm laid to my rest
And the world will be better for this
That one man, scorned and covered with scars
Still strove with his last ounce of courage
To reach the unreachable star
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Stolzes Herz-Lacrimosa
Para sentir a fim de conhecer
Minha razão - minha alma
Minha consciência - e meu coração
no abismo de minha vida
No final do meu eu
quebrado no meu âmago - e fraco para o mundo
Isso é ruim?
E o que é bom?
Isso é doentio?
E o que significa viver?
Não
Isso é apenas honesto - humano
e amaldiçoado
é apenas a verdade
Aos olhos da vulgaridade -
de todo mundo
simplesmente repreensível - transparente
Mas isso é profundo, mais forte e muito mais
Esse é o homem
Apenas procurando pela força
Pela mentira - desilusão cega
e superficialidade
Com as mãos sujas de sangue
Com uma lágrima no rosto
um sorriso nos lábios
e com esperança no fundo dos olhos
Para escender mesmo da imundície
Profundamente maculado e com o coração orgulhoso
Acordando para viver mais uma vez
e acordando totalmente novo para a vida
Estão minhas mãos cegas e surdas?
São meus olhos velhos e fracos?
Meu coração sucumbiu ao sangue?
e com tudo isso apenas honesto?
Sou humano? - Sou a dor?
Sou a lágrima -
e o beijo ao mesmo tempo?
Com as mãos sujas de sangue
com uma lágrima no rosto
e um sorriso nos lábios
e com esperança no fundo dos olhos
Para sair da imundície
Profundamente maculado e com coração orgulhoso
acordando para viver mais uma vez
e acordando totalmente novo para a vida.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Der Erste Tag (tradução)
Nada disse
Nem fiz nada
Esse é o primeiro dia
Você me proclama com consternação
E me cobre com escuridão
Eu não quero te amar
Tampouco posso viver sem você
A morte está brilhando nos seus olhos
Sua arrogância - raiva cega
Você cospe no meu rosto
Por isso nunca me vê
A morte está brilhando nos seus olhos
Sua arrogância - raiva cega
Você cospe o sangue
A faca me atinge
Nos seus olhos você e eu
A aspereza da união
Sozinha permanece imalcançável
Com todo esse barulho e gritaria
Você nunca está sem um líder
Portanto eu estou à mercê da sua raiva
Da sua e da deles.
De quem a proximidade eu esqueci
Nem fiz nada
Esse é o primeiro dia
Você me proclama com consternação
E me cobre com escuridão
Eu não quero te amar
Tampouco posso viver sem você
A morte está brilhando nos seus olhos
Sua arrogância - raiva cega
Você cospe no meu rosto
Por isso nunca me vê
A morte está brilhando nos seus olhos
Sua arrogância - raiva cega
Você cospe o sangue
A faca me atinge
Nos seus olhos você e eu
A aspereza da união
Sozinha permanece imalcançável
Com todo esse barulho e gritaria
Você nunca está sem um líder
Portanto eu estou à mercê da sua raiva
Da sua e da deles.
De quem a proximidade eu esqueci
Der erste Tag in Deustch
Nichts habe ich gesagt
Noch habe ich je etwas getan
Dies ist der erste Tag
Du hälst mich in Betroffenheit
Und deckst mich zu mit Dunkelheit
Nicht lieben möcht ich dich
Noch kann ich leben ohne dich
In deinen Augen glänzt der Tod
Dein Übermut - die blinde Wut
Du spuckst mir tief in mein Gesicht
Und siehst dabei noch niemals mich
In deinen Augen glänzt der Tod
Dein Übermut - die blinde Wut
Du spuckst das Blut
Der Stich trifft mich
In deinen Augen du und ich
Die Härte der Geschlossenheit
Alleine bleibt sie unerreicht
Bei all dem Lärm und dem Geschrei
Bist du doch niemals führungsfrei
So bin ich ausgeliefert deinem Hass
Dem deinen und dem derer
Deren Nähe ich vergass
Noch habe ich je etwas getan
Dies ist der erste Tag
Du hälst mich in Betroffenheit
Und deckst mich zu mit Dunkelheit
Nicht lieben möcht ich dich
Noch kann ich leben ohne dich
In deinen Augen glänzt der Tod
Dein Übermut - die blinde Wut
Du spuckst mir tief in mein Gesicht
Und siehst dabei noch niemals mich
In deinen Augen glänzt der Tod
Dein Übermut - die blinde Wut
Du spuckst das Blut
Der Stich trifft mich
In deinen Augen du und ich
Die Härte der Geschlossenheit
Alleine bleibt sie unerreicht
Bei all dem Lärm und dem Geschrei
Bist du doch niemals führungsfrei
So bin ich ausgeliefert deinem Hass
Dem deinen und dem derer
Deren Nähe ich vergass
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
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